Inovação, não é um termo novo vem do latim innovatio (referente à ideia), porém em uso constante hoje em
dia, principalmente quando se trata de tecnologia. Inovação não
é obrigatoriamente sinônimo de invenção sendo que a invenção é uma
inovação.
A inovação gera métodos e conceitos que diferem de padrões comumente
usados visando implantar e/ou melhorar produtos e/ou serviços. Não podemos
ignorar que inovação e criatividade não poderão sei dissociados jamais.
Os autores Duaibili & Simonsen Jr.
distinguem-os afirmando que “A criatividade é a faísca, a inovação é a mistura
gasosa. A primeira dura um pequeno instante, a segunda perdura e realiza-se no
tempo. É a diferença entre inspiração e transpiração, a descoberta e o
trabalho”.
Para a nossa sorte a resistência às
inovações diminuíram consideravelmente da metade do século passado para
cá, facilitando assim a explosão de novos conceitos tecnológicos que estão
presentes em nossa vida cotidiana e que às vezes nos passa desapercebidos. Sem
esquecer que toda inovação deve obrigatoriamente levar em consideração quem vai
usa-la e como.
Isso
posto, falta ainda considerar algumas condições para que uma inovação, por
qualquer que seja, requer para que funcione, para que realmente inove i.e. para
que tenha sucesso.
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Primeiro: exige-se o trabalho árduo de pessoal qualificado, com conhecimento e ressaltando
que inovadores tem talento superior ao nosso e isso não pode desconsiderar.
Esse trabalho refere-se à elaboração de projetos de conceitos, projetos de
viabilidade e por final projetos de execução, sempre considerando o fator
"homem", o usuário final seja ele um trabalhador braçal ou um
cientista.
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Segundo: Procurar os pontos fortes, tais como disponibilidade de material,
disponibilidade de serviços, disponibilidade de pessoal capacitado na execução
de todas as fases.
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Terceiro: Que essa inovação cause o impacto desejado no comportamento
das pessoas envolvidas e a real utilidade prática para o seu uso.
O
que tem acontecido amplamente em empresas com o foco voltado exclusivamente ao
lucro rápido, é a "queima" de etapas do projeto em questão inclusive
descartando o inovador, este com o real conhecimento do passo-a-passo da
inovação a ser implantada. Isso é sofrível pois além de deixar parecendo que a
inovação não funcionou, que não passou de sonho, dispende tempo, que é muito
valioso a todo profissional. E finalmente não podemos descartar a velha "The
Bonfire of the Vanities".
Infelizmente estão
tentando ensinar uma iguana à
usar snorkel!

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